Tela mostra o logotipo e um símbolo de ação da The Walt Disney Company no pregão da Bolsa de Valores de Nova York • 14/12/2017REUTERS/Brendan McDermid

Disney inicia demissão em massa e acende alerta no setor de mídia

Disney inicia demissão em massa e acende alerta no setor de mídia

A gigante The Walt Disney Company começou uma nova rodada de cortes que pode chegar a 1.000 funcionários, atingindo áreas estratégicas como televisão tradicional, esportes e cinema.

A decisão marca mais um capítulo na reestruturação da empresa, agora sob comando de Josh D’Amaro, que assumiu o cargo de CEO em 2026 após a saída de Bob Iger.

Sem rodeio: é ajuste pesado para enfrentar um mercado que mudou — e rápido.

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 Onde os cortes estão acontecendo

Os desligamentos não são pontuais. Eles atingem pilares históricos da empresa:

  • TV tradicional (canais lineares em queda de audiência)
  • ESPN
  • Estúdios de cinema
  • Área de marketing (já em processo de fusão desde janeiro)

A lógica é simples: cortar custos onde o retorno vem caindo.

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 O motivo por trás da decisão

A Disney não está sozinha. O setor inteiro está passando por um “choque de realidade”.

Principais fatores:

  • Queda contínua da TV por assinatura
  • Migração do público para streaming

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  • Custos elevados de produção de conteúdo
  • Pressão por rentabilidade dos investidores

👉 Em outras palavras: o modelo antigo não fecha mais a conta.


 ESPN no radar

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A ESPN, uma das marcas mais fortes da Disney, também entra no pacote de ajustes.

Mesmo sendo lucrativa, enfrenta:

  • Perda de assinantes na TV a cabo
  • Custos altos de direitos esportivos
  • Necessidade de adaptação ao streaming

A tendência é clara: menos estrutura tradicional, mais foco digital.

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 Cinema também sente o impacto

Os estúdios da Disney passam por revisão interna:

  • Redução de equipes
  • Maior seletividade em lançamentos
  • Foco em franquias seguras

A era de apostar alto em qualquer produção acabou. Agora é eficiência.

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 Mudança de comando, mudança de estratégia

A chegada de Josh D’Amaro marca uma nova fase.

Diferente da gestão de Bob Iger, que priorizou expansão e conteúdo, o foco agora é:

  • Corte de custos
  • Simplificação da operação
  • Rentabilidade

👉 Traduzindo: crescer menos, lucrar mais.

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 O que isso diz sobre o mercado

Esse movimento não é isolado. Ele mostra uma virada estrutural no entretenimento global:

  • Streaming deixou de ser “crescimento a qualquer custo”
  • Empresas estão sendo cobradas por lucro real
  • Estruturas inchadas estão sendo enxugadas

Outras gigantes já passaram por isso — e a Disney está seguindo o mesmo caminho.

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 Impacto para funcionários e investidores

Para funcionários:

  • Insegurança no setor
  • Redução de vagas em áreas tradicionais
  • Maior exigência por perfil digital

Para investidores:

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  • Sinal positivo de disciplina financeira
  • Redução de custos operacionais
  • Possível melhora nas margens no médio prazo

 Conclusão direta

A Disney está fazendo o que empresas tradicionais costumam evitar até o último momento: cortar na própria carne.

É duro, mas necessário.

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👉 Resumo claro:

  • O entretenimento mudou
  • A TV perdeu força
  • O streaming virou obrigação
  • E agora, lucro voltou a ser prioridade

No fim das contas, até a maior fábrica de sonhos do mundo precisa fechar a conta no fim do mês.

FOTO: INTERNET-Tela mostra o logotipo e um símbolo de ação da The Walt Disney Company no pregão da Bolsa de Valores de Nova York  • 14/12/2017REUTERS/Brendan McDermid

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