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Audi RS e-tron GT Performance chega ao Brasil com 925 cv no Launch Control e preço de até R$ 1,65 milhão

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Audi RS e-tron GT Performance chega ao Brasil com 925 cv no Launch Control e preço de até R$ 1,65 milhão

Supercupê elétrico é o Audi de produção mais potente da história, acelera de 0 a 100 km/h em 2,5 segundos, tem bateria de 105 kWh e pode recuperar 10% a 80% da carga em cerca de 18 minutos

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A Audi elevou novamente o nível de sua linha elétrica no Brasil com a chegada do RS e-tron GT Performance, a versão mais potente já produzida em série pela marca alemã. O modelo retorna ao mercado brasileiro com uma atualização profunda no conjunto elétrico, bateria, chassi, aerodinâmica e sistemas de condução.

O grande destaque está nos números: em condições específicas, o modelo entrega até 925 cv no Launch Control e 1.027 Nm de torque, permitindo acelerar de 0 a 100 km/h em apenas 2,5 segundos. A velocidade máxima é limitada eletronicamente a 250 km/h.

No Brasil, o RS e-tron GT Performance é comercializado exclusivamente sob encomenda, com preço sugerido inicial de R$ 1.334.990. De acordo com a configuração escolhida e o nível de personalização, o valor pode chegar a R$ 1.650.990. A Audi oferece mais de 1 milhão de combinações por meio do programa Audi Exclusive.

Audi RS e-tron GT Performance é o carro mais potente da marca

A versão Performance passa a ocupar o topo da família e também assume um título importante dentro da Audi: é o modelo de produção mais potente já desenvolvido pela fabricante.

O número de 925 cv, porém, precisa ser entendido corretamente.

Essa potência máxima é alcançada pelo Launch Control, durante uma janela específica de aceleração. Em utilização normal, a potência disponível é menor, enquanto o sistema Push to Pass pode acrescentar até 95 cv por 10 segundos.

A estratégia permite que a Audi utilize uma arquitetura elétrica de alto desempenho sem transformar toda a condução cotidiana em uma experiência excessivamente agressiva.

Dois motores elétricos e tração quattro

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O RS e-tron GT Performance utiliza dois motores elétricos, um em cada eixo, formando um sistema de tração integral quattro elétrica.

O motor traseiro foi completamente revisto e ficou 10 kg mais leve. A unidade utiliza motor síncrono de ímãs permanentes e recebeu melhorias para suportar maior corrente e entregar mais potência.

Na dianteira, o sistema também foi recalibrado para trabalhar em conjunto com o motor traseiro.

A distribuição de força entre os eixos pode ser alterada eletronicamente de acordo com a situação de condução, ajudando o carro a manter estabilidade e aderência.

O torque de 1.027 Nm explica a força nas arrancadas

Se os 925 cv chamam atenção, o torque também impressiona.

O RS e-tron GT Performance entrega 1.027 Nm nas condições de maior desempenho.

Em um veículo elétrico, a disponibilidade imediata de torque contribui para aquela sensação característica de aceleração instantânea.

É isso que ajuda a explicar por que o carro consegue atingir 100 km/h em apenas 2,5 segundos.

A Audi também utiliza uma transmissão de duas velocidades no eixo traseiro, solução que permite combinar forte aceleração inicial com melhor aproveitamento energético em velocidades mais elevadas.

Launch Control leva o Audi a 925 cv

O sistema Launch Control é responsável pela cifra mais impressionante do modelo.

Com os sistemas de propulsão, bateria e gerenciamento térmico preparados para a situação, o RS e-tron GT Performance utiliza reservas momentâneas de potência para entregar os 925 cv.

Segundo testes realizados pela CNN Brasil em autódromo, o modelo atingiu 100 km/h em aproximadamente 2,6 segundos, muito próximo do número oficial de 2,5 segundos divulgado pela Audi.

Essa diferença de décimos pode variar conforme as condições do piso, temperatura, bateria e procedimento de medição.

Push to Pass acrescenta 95 cv

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Outro recurso interessante é o Push to Pass.

Um botão localizado no volante libera potência adicional durante 10 segundos, acrescentando até 95 cv ao conjunto.

A função foi pensada principalmente para situações de ultrapassagem e retomadas.

O motorista pode, portanto, solicitar uma resposta extra sem necessariamente precisar ativar todo o procedimento do Launch Control.

É uma solução que aproxima o funcionamento do Audi de conceitos encontrados em carros de competição.

Novo modo Boost

O Audi Drive Select também recebeu uma configuração adicional.

Além dos modos Efficiency, Comfort, Dynamic, RS1 e RS2, o RS e-tron GT Performance conta com o modo Boost.

Nesse caso, o sistema libera a potência extra durante o período determinado pelo Push to Pass.

É possível, portanto, ajustar o comportamento do carro para diferentes situações, desde uma condução eficiente e confortável até uma configuração de desempenho máximo.

Bateria cresceu para 105 kWh

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A Audi também promoveu mudanças importantes na bateria.

O RS e-tron GT Performance utiliza uma bateria de 105 kWh, um aumento de 11,6 kWh em relação ao conjunto anterior.

Apesar do aumento de capacidade, a Audi trabalhou para reduzir o peso e melhorar a eficiência térmica.

O resultado é uma bateria capaz de alimentar os dois motores elétricos em situações de alta demanda sem comprometer o sistema de gerenciamento energético.

Arquitetura de 800 volts permite recarga muito rápida

O sistema elétrico utiliza arquitetura de 800 volts.

Em estações de recarga rápida em corrente contínua compatíveis com potência de até 320 kW, o fabricante informa que a bateria pode passar de 10% para 80% em aproximadamente 18 minutos.

Esse é um dos principais diferenciais de uma arquitetura elétrica de alta tensão.

Na prática, uma parada relativamente curta pode recuperar uma parcela significativa da autonomia.

O tempo real de carregamento, naturalmente, depende da temperatura da bateria, do carregador e das condições da estação.

Autonomia é de 348 km pelo Inmetro
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Apesar do foco extremo em desempenho, o RS e-tron GT Performance também recebeu melhorias de eficiência.

No Brasil, a autonomia declarada é de 348 km pelo ciclo do Inmetro.

O número é inferior ao de alguns elétricos convencionais de proposta mais eficiente, mas isso precisa ser analisado dentro do contexto do veículo.

O RS e-tron GT Performance é um superesportivo elétrico de quase 5 metros, com dois motores, tração integral e mais de 900 cv no Launch Control.

Nesse cenário, a prioridade da engenharia está claramente dividida entre eficiência, desempenho e autonomia.

Regeneração pode recuperar grande parte da frenagem

Outro destaque está no sistema de recuperação de energia.

A Audi informa que até 90% da frenagem pode ser direcionada para regeneração.

Isso significa que, em determinadas situações, o sistema consegue converter boa parte da energia cinética durante desacelerações em eletricidade novamente armazenada na bateria.

Além de melhorar a eficiência, a recuperação de energia ajuda a reduzir a dependência dos freios mecânicos durante condução urbana e desacelerações comuns.

Suspensão pneumática ativa foi recalibrada

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O chassi também recebeu modificações.

O RS e-tron GT Performance utiliza uma nova suspensão pneumática ativa, com controle variável de amortecimento e atuação eletrônica.

O sistema consegue alterar a altura e o comportamento da carroceria de acordo com a condução.

Durante acelerações e desacelerações fortes, a suspensão pode reduzir a altura da carroceria em até 25 mm, contribuindo para diminuir movimentos e melhorar a estabilidade.

Também existe controle ativo da carroceria para combater a rolagem em curvas de alta velocidade.

Comfort Entry eleva a carroceria em até 7 cm
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A mesma suspensão tem uma função voltada ao conforto.

O sistema Comfort Entry pode elevar a carroceria entre 5 e 7 centímetros, dependendo da configuração selecionada no Audi Drive Select.

A função facilita o acesso ao interior e mostra que o RS e-tron GT Performance não foi desenvolvido exclusivamente para pista.

Mesmo sendo um superesportivo, continua tendo uma proposta de Gran Turismo.

Eixo traseiro esterçante melhora agilidade

Outro recurso importante é o esterçamento das rodas traseiras.

O eixo traseiro pode virar até 2,8 graus, ajudando o carro em diferentes situações.

Em baixa velocidade, as rodas traseiras podem virar em direção oposta às dianteiras, reduzindo o raio de giro.

Em velocidades mais altas, passam a acompanhar o sentido da direção dianteira para aumentar a estabilidade.

A Audi também informa uma redução de aproximadamente 60 centímetros no raio de direção em baixa velocidade.

Tração quattro elétrica é mais rápida

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A Audi afirma que o sistema de tração quattro elétrica é cinco vezes mais rápido na distribuição de torque do que um sistema mecânico convencional.

Essa velocidade de resposta é especialmente importante em um veículo que trabalha com mais de 1.000 Nm de torque.

O sistema pode redistribuir a força entre os eixos conforme a aderência disponível, ajudando a evitar perdas de tração.

Em curvas, isso permite uma resposta mais precisa do conjunto.

Aerodinâmica tem coeficiente de 0,26

O trabalho aerodinâmico também foi importante.

O RS e-tron GT Performance apresenta coeficiente de arrasto de 0,26, resultado obtido com o trabalho conjunto entre equipes de design e engenharia em túneis de vento.

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O modelo utiliza diferentes soluções para controlar o fluxo de ar, entre elas:

  • entradas de ar inferiores;
  • cortinas de ar nos arcos das rodas;
  • saias laterais redesenhadas;
  • difusor traseiro maior;
  • elementos aerodinâmicos integrados.

A intenção é reduzir a resistência do ar sem comprometer o desempenho e a estabilidade.

Visual ficou ainda mais agressivo

Externamente, a atualização trouxe mudanças importantes.

O RS e-tron GT Performance recebeu:

  • novo para-choque dianteiro;
  • entradas de ar redesenhadas;
  • novas saias laterais;
  • difusor traseiro mais largo;
  • novo tratamento da grade Singleframe;
  • rodas exclusivas de 21 polegadas;
  • novos elementos aerodinâmicos.

A Audi manteve a silhueta de Gran Turismo de quatro portas, mas acentuou a identidade esportiva.

Rodas de 21 polegadas e pneus Pirelli P Zero

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O modelo chega de série com rodas de 21 polegadas e pneus Pirelli P Zero Performance.

A configuração foi escolhida para suportar as cargas laterais e longitudinais produzidas pelo conjunto de alto desempenho.

O sistema de frenagem também recebeu componentes de alto nível.

Os freios de cerâmica fazem parte da configuração de série, com pinças originalmente oferecidas em cinza e possibilidade de escolha sem custo adicional por pinças vermelhas.

Teto de fibra de carbono reduz 12 kg

Entre os opcionais está o teto de fibra de carbono.

A peça é aproximadamente 12 kg mais leve que o teto panorâmico fixo de vidro.

Além da redução de peso, o componente contribui para baixar o centro de gravidade.

Em um carro de alto desempenho, retirar massa da parte superior da carroceria pode trazer efeitos positivos no comportamento dinâmico.

A solução combina redução de peso e aumento de rigidez.

Interior mistura luxo e esportividade
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A cabine segue a mesma filosofia.

O modelo possui:

  • painel digital de 12,3 polegadas;
  • central multimídia de 10,1 polegadas;
  • volante esportivo RS;
  • bancos superesportivos;
  • revestimentos de couro Nappa e microfibra Dinamica;
  • detalhes em fibra de carbono;
  • teto panorâmico com transparência ajustável.

O painel é voltado levemente para o motorista e a posição baixa de condução reforça a sensação esportiva.

Mesmo sendo esportivo, oferece quatro lugares

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O RS e-tron GT Performance não é um carro de dois lugares.

A configuração é de quatro ocupantes, e a Audi destaca que os bancos traseiros foram desenvolvidos para acomodar inclusive passageiros adultos.

Isso reforça o caráter de Gran Turismo.

A proposta é permitir que o carro seja utilizado tanto em viagens quanto em condução esportiva, sem sacrificar completamente a funcionalidade.

Audi Exclusive permite mais de 1 milhão de combinações

Um dos motivos pelos quais o carro é vendido sob encomenda está justamente na possibilidade de personalização.

A Audi informa que o cliente pode criar mais de 1 milhão de combinações, escolhendo elementos como:

  • pintura;
  • rodas;
  • cor das pinças;
  • acabamento da grade;
  • capas dos espelhos;
  • teto;
  • revestimentos;
  • costuras;
  • materiais do interior.

O programa Audi Exclusive amplia ainda mais essas possibilidades.

Isso explica por que o preço final pode subir bastante em relação ao valor inicial.

Audi RS e-tron GT Performance chega ao Brasil por R$ 1,334 milhão

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O preço sugerido de entrada é de:

R$ 1.334.990

O modelo, entretanto, pode chegar a R$ 1.650.990 conforme a configuração escolhida.

Isso coloca o RS e-tron GT Performance em uma faixa ocupada pelos superesportivos e veículos premium de altíssimo desempenho.

A comercialização sob encomenda também é parte da estratégia.

A Audi não trabalha com uma grande quantidade de unidades em estoque desse modelo no Brasil.

Audi oferece garantia de quatro anos

O veículo possui quatro anos de garantia, enquanto a bateria conta com cobertura de oito anos.

Essa diferença é relevante em um carro elétrico de alto desempenho, especialmente porque a bateria representa um dos componentes de maior valor do veículo.

Dimensões do RS e-tron GT Performance

Mesmo sendo um cupê esportivo, o modelo possui dimensões bastante generosas:

Item Medida
Comprimento 4,997 m
Largura 2,158 m
Altura 1,379 m
Entre-eixos 2,900 m
Porta-malas traseiro 350 litros
Compartimento dianteiro 77 litros
Coeficiente aerodinâmico 0,26

Os números são os especificados pela Audi para o mercado brasileiro.

RS e-tron GT Performance x versão anterior

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Característica RS e-tron GT anterior RS e-tron GT Performance
Potência máxima em Launch Control 646 cv 925 cv
Torque 830 Nm 1.027 Nm
0–100 km/h 3,3 s 2,5 s
Bateria menor 105 kWh
Arquitetura 800 V 800 V
Recarga DC até 320 kW
Autonomia Inmetro 348 km
Suspensão adaptativa pneumática ativa
Eixo traseiro esterçante até 2,8°
Potência extra Push to Pass até 95 cv
Velocidade máxima 250 km/h 250 km/h

A Audi informa que o novo modelo ganhou 279 cv e 197 Nm em relação à configuração anterior, além de reduzir em 0,8 segundo o tempo de 0 a 100 km/h.

Porsche Taycan continua sendo o principal rival
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A arquitetura do RS e-tron GT tem relação direta com o Porsche Taycan, seu principal concorrente dentro do grupo Volkswagen.

Os dois compartilham uma base tecnológica relacionada, mas seguem propostas de design e calibração próprias.

O Audi aposta fortemente em uma experiência de Gran Turismo mais sofisticada, enquanto o Porsche tradicionalmente enfatiza uma abordagem mais esportiva.

Com 925 cv no Launch Control, o Audi entra diretamente na disputa pelas maiores potências disponíveis entre os carros elétricos de produção.

O desafio da autonomia diante da potência

Existe, entretanto, um aspecto que merece atenção.

Um carro com 925 cv, dois motores elétricos, tração integral e quase cinco metros de comprimento naturalmente exige grande quantidade de energia quando utilizado de maneira agressiva.

Por isso, a autonomia de 348 km no Inmetro deve ser entendida como um número condicionado ao ciclo de homologação.

Em condução esportiva, a autonomia real pode cair consideravelmente.

Isso acontece porque potência disponível e consumo de energia são diretamente relacionados ao estilo de condução.

O carro elétrico que não quer abrir mão da emoção
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Talvez o maior mérito do RS e-tron GT Performance seja justamente combinar características que normalmente aparecem em universos diferentes.

De um lado:

elétrico + silêncio + eficiência + recarga rápida.

Do outro:

925 cv + Launch Control + freios de cerâmica + suspensão ativa + eixo traseiro esterçante.

O resultado é um automóvel que utiliza a eletrificação não apenas para reduzir emissões, mas também para aumentar o desempenho.

Ficha técnica do Audi RS e-tron GT Performance

Motor: 2 motores elétricos, um em cada eixo
Tecnologia: síncrono de ímãs permanentes
Tração: quattro elétrica
Potência: até 925 cv no Launch Control
Torque: 1.027 Nm
0–100 km/h: 2,5 segundos
0–200 km/h: 8 segundos
Velocidade máxima: 250 km/h, limitada
Bateria: 105 kWh
Arquitetura elétrica: 800 V
Potência máxima de recarga DC: 320 kW
Recarga 10–80%: cerca de 18 minutos
Recarga AC: até 11 kW
Autonomia: 348 km, ciclo Inmetro
Suspensão: pneumática ativa
Eixo traseiro esterçante: até 2,8°
Rodas: 21 polegadas
Pneus: Pirelli P Zero Performance
Freios: cerâmica
Comprimento: 4,997 m
Entre-eixos: 2,90 m
Porta-malas traseiro: 350 litros
Porta-malas dianteiro: 77 litros
Preço inicial no Brasil: R$ 1.334.990
Preço conforme configuração: até R$ 1.650.990
Garantia: 4 anos para o veículo e 8 anos para a bateria.

Conclusão
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O Audi RS e-tron GT Performance mostra como a marca alemã pretende disputar a próxima fase do mercado de superesportivos elétricos.

A evolução não ficou limitada ao aumento de potência.

A Audi mexeu no motor traseiro, reduziu seu peso, aumentou a capacidade da bateria, aprimorou o gerenciamento térmico, reformulou a suspensão pneumática, acrescentou esterçamento traseiro e refinou a aerodinâmica.

O resultado é um carro capaz de entregar 925 cv no Launch Control, 1.027 Nm de torque e 0 a 100 km/h em 2,5 segundos.

Ao mesmo tempo, a arquitetura de 800 volts permite carregamento de até 320 kW e recuperação de 10% a 80% da bateria em aproximadamente 18 minutos, enquanto a autonomia homologada no Brasil chega a 348 km.

Por R$ 1.334.990, podendo alcançar R$ 1.650.990 com personalização, o modelo está longe de ser um carro para o grande público.

Seu objetivo é outro.

O RS e-tron GT Performance funciona como uma vitrine tecnológica da Audi e demonstra que a eletrificação pode ser utilizada não apenas para eficiência, mas também para criar um dos carros de produção mais rápidos, sofisticados e potentes já construídos pela marca.

No fim, o grande destaque talvez seja justamente esse: a Audi conseguiu transformar um cupê elétrico de luxo em uma máquina de 925 cv sem abandonar o conforto e a vocação de Gran Turismo.

FOTO: “Imagem ilustrativa — não corresponde exatamente ao modelo real.”

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