“Dólar recua ao menor valor em um mês com aumento do diferencial de juros entre Fed e Copom”
A recente queda do dólar, que atingiu seu menor valor em um mês, está sendo atribuída a dois fatores principais.
O corte de 50 pontos-base nas taxas de juros dos Estados Unidos pelo Federal Reserve (Fed) e o aumento de 0,25 ponto porcentual na taxa Selic pelo Comitê de Política Monetária (Copom) no Brasil.
Esse diferencial de juros entre os dois países está favorecendo o real, que teve uma forte valorização, sendo a segunda melhor performance entre as moedas emergentes e de países exportadores de commodities, ficando atrás apenas do dólar australiano.
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O corte de juros nos EUA, agora entre 4,75% e 5%, aumentou o apetite por risco entre investidores, beneficiando moedas de mercados emergentes.
Já o aumento da Selic no Brasil para 10,75%, aliado a um comunicado considerado “hawkish” pelo Copom, sugere um ciclo de alta mais intenso, o que pode continuar a impulsionar o real.
A cotação do dólar chegou a uma mínima intradia de R$ 5,3958 e fechou em queda de 0,69%, a R$ 5,4242.
No entanto, questões fiscais brasileiras continuam sendo vistas como um limitador para uma apreciação ainda maior do real, conforme observado por especialistas do mercado financeiro.
FOTO: INTERNET
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