Honda N-One e: o charmoso microcarro elétrico que mistura nostalgia com futuro
O novo Honda N-One e: é a aposta da Honda para o mercado de elétricos urbanos — especialmente no Japão — com estilo retrô, dimensões compactas e tecnologias que sinalizam o próximo passo para modelos discretos, eficientes e práticos.
Se você acha que carro elétrico é só SUV ou grande porte, este pequeno hatch pode te surpreender.
Especificações conhecidas
| Item | Detalhe / Informação |
|---|---|
| Categoria | Kei car elétrico urbano (Japão) — veículo leve, muito compacto, com restrições de tamanho e potência próprias desse segmento. |
| Autonomia | Acima de 270 km no ciclo WLTC. |
| Potência / Motor | Aproximadamente 47 kW (~63 cv). É o limite típico para veículos do tipo kei car elétrico no Japão. Torque estimado compatível com uso urbano. |
| Tempo de recarga rápida | Suporte a carregamento DC rápido de 50 kW — recarga de ~10% até ~80% em cerca de 30 minutos. Também possui recarga em corrente alternada (AC), embora dados exatos do AC ainda não confirmados. |
| Compacto e prático | Medidas de comprimento dentro do padrão kei (menos de 3,4 metros em alguns relatos), bancos traseiros com formato 50:50 que se dobram para aumentar espaço de carga, interior simples e funcional. |
| Novos recursos | Função V2L (Vehicle-to-Load), que permite usar a bateria para alimentar aparelhos externos ou até como fonte de energia em situações emergenciais. Materiais reciclados no interior também são destaque. |
Preço e equivalência
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O modelo foi anunciado no Japão com preço básico de ¥2.699.400 para a versão mais simples (versão “e: L”) e por volta de ¥3.198.800 para versões mais completas (“e: G”).
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Fazendo conversões aproximadas para real, considerando o câmbio atual (que pode variar bastante), esses valores tendem a equivaler a cerca de R$ 90.000 a R$ 110.000, dependendo da versão e impostos de importação, taxas etc.
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Importante: esse valor de conversão não inclui taxas de importação, fretes, homologação ou garantia, que no Brasil tendem a abaratar muito o custo total de um veículo importado elétrico, se for possível trazê-lo legalmente.
Pontos de destaque / diferenciais
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Design retrô com apelo emocional
Faróis redondos, estilo arredondado nos para-choques, visual simpático que remete aos clássicos kei cars — não só uma questão estética, mas uma estratégia de marca para destacar o veículo em meio a elétricos “genéricos”. -
Uso urbano otimizado
O Honda N-One e: foi feito para ser prático no dia a dia: fácil de manobrar, leve, com bom aproveitamento interno e funções úteis como o V2L, que o tornam versátil. Ótimo para cidades com trânsito, vagas pequenas, circulação limitada.
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Sustentabilidade e economia operacional
Como carro elétrico, ele tende a demandar menos manutenção mecânica (sem motor a combustão, menos peças móveis), menos poluição local, menor custo de “abastecimento” se houver infraestrutura de recarga. -
Potencial para mercados internacionais
A Honda já fala em levar o N-One e: para a Europa possivelmente por volta de 2025/2026. Contudo, adaptação de normas, segurança, regulamentos de homologação serão decisivos para preço final e data de lançamento.
Limitações e cuidados
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Autonomia real pode variar bastante dependendo de clima, uso urbano intenso, ar-condicionado ligado, terrenos inclinados, etc. Os valores declarados se baseiam no padrão WLTC, que costuma ser mais “gentil” que uso real na cidade brasileira.
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Infraestrutura de recarga: no Brasil, ainda é seletiva e com baixa densidade em muitas cidades médias; importar ou adaptar veículos elétricos traz esse desafio prático.
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Custo de importação / impostos: carros vindos do Japão ou outros mercados enfrentarão tarifas altas, homologação, possíveis adaptações de voltagem, segurança, reposição de peças etc.
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Tamanho limitado: mesmo que ótimo para uso urbano, viagem longa ou transporte de muitas pessoas/muita bagagem talvez não seja ideal.
Conclusão
O Honda N-One e: representa uma proposta muito interessante para quem valoriza mobilidade urbana eficiente, estilo único e custos operacionais menores.
Se convertido para o Brasil, seu preço equivalente (~R$ 98-110 mil) pode parecer alto, mas ainda assim seria competitivo se comparado a elétricos similares importados ou modelos de entrada de marcas premium.
Para quem vive em cidade grande, enfrenta trânsito, busca algo prático para deslocamentos diários e quer aderir à eletrificação, ele é uma opção promissora.
O sucesso dependerá de políticas públicas (incentivos, infraestrutura), do câmbio e de como a Honda ou importadores vão precificar os modelos aqui.
FOTO: INTERNET
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