Shopping não concorre com e-commerce

Shopping não concorre com e-commerce — ele completa: a visão da Allos

Shopping não concorre com e-commerce — ele completa: a visão da Allos

O avanço do comércio eletrônico mudou o varejo, mas não eliminou o papel dos shoppings.

Pelo contrário.

Para Rafael Salles, presidente da Allos, os dois modelos não competem — eles se complementam dentro da jornada do consumidor moderno.


 A nova lógica do varejo: integração, não disputa

Durante anos, o crescimento do e-commerce — liderado por gigantes como Amazon e Mercado Livre — alimentou a ideia de que o varejo físico perderia espaço.

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Mas a realidade mostrou outro caminho:

  • O consumidor usa múltiplos canais
  • Pesquisa online e compra na loja física (ou o contrário)
  • Valoriza tanto conveniência quanto experiência

 O resultado é um varejo omnicanal, onde tudo se conecta.


O papel dos shoppings na nova economia

Segundo Rafael Salles, os shoppings evoluíram e hoje são mais do que centros de compras:

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1. Experiência que o digital não entrega

  • Contato direto com produtos
  • Atendimento humano
  • Ambiente social

 O shopping virou destino, não só ponto de venda.

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2. Centro de convivência e lazer

Com operações como Cinemark e Outback Steakhouse, os shoppings passaram a oferecer:

  • Gastronomia
  • Entretenimento
  • Eventos

 O consumidor vai para ficar, não só comprar.

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3. Apoio logístico ao e-commerce

Os shoppings também ganharam função estratégica:

  • Retirada de produtos (clique e retire)
  • Trocas mais rápidas
  • Redução de custo logístico

 A loja física virou extensão do digital.

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 O comportamento do consumidor mudou

Hoje, o consumidor não separa canais:

  • Pesquisa no celular
  • Visita a loja
  • Compra onde for mais vantajoso

 Tudo faz parte da mesma jornada.

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 O movimento das grandes marcas

Empresas como Magazine Luiza adotaram o modelo híbrido:

  • Integração entre loja física e app
  • Uso de lojas como centros de distribuição
  • Experiência presencial como diferencial

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 E-commerce vs shopping: quem ganha?

A resposta correta: ninguém — porque não é disputa.

Aspecto E-commerce Shopping físico
Conveniência Alta Média
Experiência Baixa Alta
Entrega Variável Imediata
Relacionamento Digital Presencial

 Um cobre o ponto fraco do outro.

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 Conclusão

A visão de Rafael Salles é direta e faz sentido:

  • O e-commerce trouxe eficiência
  • O shopping manteve a experiência
  • O consumidor uniu os dois

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 Quem entender isso, cresce.
Quem ignorar, fica para trás.

No varejo de hoje, não existe mais “ou”.
É online + físico — ou nada feito.

FOTO: INTERNET

 
 

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