Economista-chefe da XP prevê impacto histórico com a reunião do Copom desta semana.
O encontro do Copom desta semana é um dos mais aguardados da história do Banco Central, com uma série de fatores em jogo.
Além da inflação, o mercado de crédito brasileiro está incerto e a turbulência bancária internacional é uma preocupação crescente. A recente retórica do presidente Lula contra os juros altos e a expectativa pelo arcabouço fiscal também são temas delicados.
Para o economista-chefe da XP Investimentos, Caio Megale, a pressão de Lula parece ter diminuído, mas a atenção agora está voltada para o arcabouço fiscal, que pode ajudar a conter as pressões inflacionárias.
No entanto, a incerteza sobre a viabilidade de uma proposta fiscal crível pode impedir o BC de tomar decisões baseadas nesse cenário. A crise bancária internacional também é um fator preocupante, mas ainda não se sabe se é um problema isolado ou sistêmico.
Para Megale, subir os juros em um momento inadequado pode ser tão ruim quanto deixá-los baixos por muito tempo, colocando o BC em uma encruzilhada. Além disso, o Brasil enfrenta sua própria crise de crédito, que pode prejudicar o crescimento econômico do país.
Foto: Internet









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