SW4 2027

SW4 2027: híbrido leve para reduzir consumo

SW4 2027: híbrido leve para reduzir consumo

A nova geração foi flagrada em testes no exterior e deve seguir a mesma base da nova Hilux global, adotando uma arquitetura atualizada e eletrificação parcial.

O sistema esperado é o mild hybrid 48V, que funciona assim:

  • Pequeno motor elétrico auxilia o motor a combustão

  • Recupera energia nas frenagens

  • Reduz esforço em arrancadas

  • Diminui consumo e emissões

Importante: não é híbrido pleno.

O veículo não roda apenas no modo elétrico. A proposta aqui é eficiência sem alterar drasticamente a mecânica consagrada.

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Motor e desempenho

A tendência é que o SW4 mantenha o já conhecido 2.8 turbodiesel, porém associado ao sistema elétrico leve.

Hoje, o modelo entrega:

  • 204 cv

  • 50,9 kgfm de torque

Com o auxílio elétrico, espera-se:

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  • Melhor resposta em baixas rotações

  • Menor vibração

  • Redução perceptível no consumo urbano

Nada revolucionário. Mas suficiente para tornar o conjunto mais moderno e alinhado às exigências ambientais.

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Plataforma e visual

O SW4 2027 deve acompanhar a renovação estrutural da picape Hilux global, com:

  • Nova frente inspirada no padrão internacional da Toyota

  • Interior redesenhado

  • Multimídia maior

  • Pacote ampliado de assistentes de condução (ADAS)

O foco continua sendo robustez e durabilidade — características que consolidaram o modelo no Brasil.

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Concorrência pressiona

O segmento de SUVs grandes com chassi sobre longarinas vem ganhando mais tecnologia e conforto. Modelos rivais já oferecem:

  • Pacotes mais completos de segurança

  • Maior refinamento interno

  • Estratégias de eletrificação

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A Toyota responde sem abandonar sua fórmula tradicional. Em vez de migrar para híbrido pleno ou elétrico, opta por um caminho mais conservador e pragmático.


Consumo: o ponto central

O SW4 sempre foi reconhecido por confiabilidade e capacidade fora de estrada. Mas nunca por economia.

O sistema 48V deve:

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  • Melhorar consumo urbano

  • Reduzir emissões

  • Tornar o modelo mais competitivo frente a SUVs monobloco

Para quem roda muito na cidade, a diferença pode ser relevante ao longo do tempo.

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Quando chega?

A expectativa é de estreia global entre 2026 e 2027, com chegada ao Brasil na sequência, mantendo produção na Argentina.

O mercado brasileiro continua estratégico para o SW4, que lidera seu nicho há anos.

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Conclusão

O SW4 2027 não rompe com o passado. Atualiza o que precisa ser atualizado.

Mantém:

  • Chassi robusto

  • Tração 4×4 tradicional

  • Motor diesel confiável

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E adiciona:

  • Eficiência energética

  • Tecnologia embarcada

  • Resposta às novas exigências ambientais

Sem radicalismo. Sem abandonar a essência.

Para um SUV grande no Brasil, às vezes evolução gradual vale mais do que revolução elétrica.

FOTO: INTERNET

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